Mesmo Brasil também é gritante a diferença entre o número de eleitoras e a quantidade de parlamentares do sexo Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), cerca de 71 milhões de mulheres (51,96%) votaram nas eleições de 2010, contra 65 milhões de homens (47,94%). Mesmo assim, as mulheres representam menos de 10% dos deputados da Câmara. No Senado a baixa presença se repete: das 81 vagas, apenas 12 são preenchidas por mulheres.
Dados divulgados pelo Centro Feminista de Estudos e Assessoria (Cfemea) dão conta de que, se não houver mudanças no sistema eleitoral, o Brasil só terá o equilíbrio de gênero na representação política oficial em 2218. A assessora técnica da organização, Nina Madsen, destaca a presença das mulheres em instâncias comunitárias de participação e de decisão, onde aparecem como lideranças importantes. Mas que, entretanto, a entrada na política partidária é bem mais difícil. Não só por conta do componente cultural masculinista, mas também pela dinâmica da própria política partidária que cria barreiras à participação das mulheres.
Um comentário:
A plenitude da voz feminina é um potencial que diferencia nas decisões e nas resoluções em busca de um país cada vez mais diferenciado e que necessita sim do voto, da vez e da participação em tomadas de decisões no que diz respeito a melhorar a sociedade em que vivemos...o fato de ser homem ou mulher tem sim as diversidades de entendimento e interpretações, a mulher muitas das vezes age nao por instinto e sim com a certeza do melhor pela família, pela comunidade...é de extrema importancia apoiar a mulher nas suas lutas e nas suas conquistas...nem é necessário ficar discutindo mais sobre a mulher no poder, isso é fato, o que se deve é lutar para fortalecer e ajudar a mulher a ser respeitada e entao juntos, homem e mulher, conseguirão formar cada vez mais o cidadão brasileiro capaz de entender e respeitar as opinião do sexo feminino...força mulher brasileira
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